Precisa-se de filmes. o.O

quarta-feira, 25 de agosto de 2010
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Gente... Alguém aí tem qualquer um desses filmes?

1. Cortina de Ferro (The Iron Curtain – 1948)

2. Traidor (Conspirator – 1949)

3. Eu fui um comunista para o FBI (I was a communist for FBI – 1951)

4. Aventura Perigosa (Big Jim Mc Laim – 1952)

5. O planeta vermelho (Red Planet Mars – 1952).

6. O Anjo do Mal (Pick up on South Street – 1953).

7. A Guerra dos Mundos (The War of the Worlds – 1953)

8. Invasores de Marte (Invaders from Mars – 1953)

9. O mundo em perigo (Them! - 1954)

Difícil de achar na internet...

:(
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see me through

domingo, 15 de agosto de 2010
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É preciso olhar bem pra ver a atual beleza das rosas que ganhei há um mês.



No "13 de julho" elas eram simplesmente fantásticas. Ganhei as rosas da minha tia, lá em Balneário Camboriú, como presente de aniversário de 23 anos. Tão emocionante foi a entrega pelo meu querido avô Manoel, que já passa dos 80! Foi em uma festa surpresa super íntima com os ilustríssimos convidados: Avó Erondina, Avô Manoel, Mamãe Verônica, Rafa, Vini, Tia Vera, Michele e Neiva, (que conheci através da Tia Vera).

Como eu disse: há um mês eram simplesmente fantásticas.

Hoje, no entanto, elas estão dez mil vezes mais fantásticas.




Pois é, você tem que olhar bem.. :]

É a primeira vez que rosas dão brotinhos aqui em casa! Eu, bem alegre, vou olhar os brotinhos todos os dias, como fosse uma estudante do primário cuidando do feijão no algodãozinho...

Torçam por elas, amigos. Quero rosas no jardim!



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nostalgia, política, sociologia.

terça-feira, 10 de agosto de 2010
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Tomas Hardy, um romancista do século XIX, escreve sobre o tempo e modificações da Revolução Industrial.

Jude, seu personagem principal em Jude - The obscure - é um menino que mora no campo e sonha em ir para a cidade Christminster, pois sabe que lá encontrará a universidade e, consequentemente, um mundo de luz e conhecimento melhor que o mundo que vive. Não é o que acontece, porém. (Fica a sugestão do livro, ou do filme).

Raymond Williams em "O Campo e a Cidade - Na História e na Literatura" trabalha em sua obra essas ideias e ideais que a Literatura traz sobre o campo e da cidade com a chegada da industrialização na Inglaterra.

Ele trata do século XIX, no entanto, o sentimento de que Raymond Williams trata dos dias atuais é presente em vários momentos em seu texto.

As idéias, os valores, os métodos instruídos, naturalmente, podem ser adquiridos se conseguimos chegar a um lugar como Christminster - se, ao contrário do que aconteceu com Jude, somos admitidos ali. Mas, juntamente com a oferta, vez após vez surge uma outra idéia: a idéia de que o mundo do trabalho comum e das famílias comuns é inferior, distante; de que, agora que conhecemos esse mundo de saber, não podemos sentir respeito - nem, naturalmente afeto - por aquele outro mundo, que ainda nos é tão familiar. Se ainda conservamos por ele algum afeto, o mundo de Christminster tem um nome para designá-lo: nostalgia. Se conservamos algum respeito, Christminster também nos dá um nome: política, ou, pior ainda, "sociologia".

Raymond Williams, página 271

Pense.
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O sinaleiro

segunda-feira, 9 de agosto de 2010
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(...) Ele pegou um lenço e enxugou o suor da testa.
"Não tenho motivo para telegrafar 'Perigo' para algum dos lados, ou para os dois", ele continuou, secando a palma das mãos. "Seria péssimo se pensassem que sou louco. A mensagem ficaria assim: 'Perigo! Cuidado!' Resposta: 'Que perigo? Onde?'. Mensagem: 'Não sei, mas pelo amor de Deus, cuidado!'. Eu seria despedido. Que outra escolha teriam?"

Era triste ver a dor daquele espírito. A cabeça de um homem consciente estava sendo torturada e oprimida por uma responsabilidade incompreensível que envolvia vidas humanas. (...)

Charles Dickens - Contos Fantásticos do século XIX
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