Paciência.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010
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Quando tudo está indo P-E-R-F-E-I-T-A-M-E-N-T-E bem, sempre tem alguma coisinha que surge no bico do sapato.

Se nem Lenine me acalmou dessa vez, meus caros, é porque o bicho pegou pra valer. :(

Tá aí: pra ver se funciona com alguém que precisa... (Comigo sempre funcionou.. essa música traz muita paz)

;*




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Para futuros e atuais pesquisadores

quinta-feira, 11 de novembro de 2010
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"Num dia lindo e ensolarado, o coelho saiu de sua toca com o notebook e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois, passou por ali a raposa e viu aquele suculento coelhinho, tão distraído, que chegou a salivar. No entanto, ela ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se, curiosa: R - Coelhinho, o que você está fazendo aí tão concentrado?
C - Estou redigindo a minha tese de doutorado - disse o coelho sem tirar os olhos do trabalho.
R - Humm .. . e qual é o tema da sua tese?
C - Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais de animais como as raposas.
A raposa fica indignada:
R - Ora! Isso é ridículo! Nos é que somos os predadores dos coelhos!
C - Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha prova experimental.
O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois ouvem-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois silêncio. Em seguida o coelho volta, sozinho, e mais uma vez retoma os trabalhos da sua tese, como se nada tivesse acontecido. Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido. No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda. O lobo então resolve saber do que se trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho:
L - Olá, jovem coelhinho. O que o faz trabalhar tão arduamente?
C - Minha tese de doutorado, seu lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos.
O lobo não se contém e cai na gargalhada com a petulância do coelho.
L - Apetitoso coelhinho! Isto é um despropósito. Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa...
C - Desculpe-me, mas se você quiser eu posso apresentar a minha prova. Você gostaria de me acompanhar à minha toca?
O lobo não consegue acreditar na sua boa sorte. Ambos desaparecem toca adentro. Alguns instantes depois ouvem-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e ... silêncio. Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível, e volta ao trabalho de redação da sua tese, como se nada tivesse acontecido... Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensanguentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos. Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme LEÃO, satisfeito, bem alimentado e sonolento, a palitar os dentes.


MORAL DA HISTORIA:

- Não importa quão absurdo é o tema de sua tese.
- Não importa se você não tem o mínimo fundamento científico.
- Não importa se os seus experimentos nunca cheguem a provar sua teoria.
- Não importa nem mesmo se suas idéias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos...
- o que importa é QUEM É O SEU ORIENTADOR... "

Autor Desconhecido

(Discordo da moral da História, embora saiba que é uma realidade aceita por muitos... mas que é uma bela e moderna fábula é)
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meninas lindas

terça-feira, 2 de novembro de 2010
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Fim semana maravilhoso. Esses corações aí enchem qualquer casa de alegria. Obrigada, lindas.
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vida fácil

quinta-feira, 28 de outubro de 2010
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Vá ao google maps, em "Como chegar", direcione: Japão até China e leia a instrução 43. Fácil, fácil... :D
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mimo

quarta-feira, 27 de outubro de 2010
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Um mimo pra me despedir dos aluninhos da Sexta Série do Chicão! Foi uma delícia trabalhar com a galerinha! :D
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all in

segunda-feira, 25 de outubro de 2010
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Decepção Vontade Sede Medo Presente Amizade Agrado Saudade Novinho Tranquilidade Tristeza Gastura Facilidade Desistência Lágrima Paciência Dedicação Aventura Desleixo Novidade Surpresa Gostinho Alívio Necessidade Ódio Ambição Tom Supérfluo Machismo Reflexão Sorriso Desinteresse Bondade Coragem Essência Perdão Amadurecimento Confissão Maldade Sensibilidade Agressão Posse Herança Textura Bobagem Antigo Cheirinho Admiração Criatividade Consumo Preciosidade Ócio Curiosidade Ansiedade Fome Dificuldade Angústia Malícia Despreparo Proteção Ideologia Aconchego Preparação Satisfação Grosseria História Feminilidade Feminismo Cuidado Indignação Preocupação Invasão Cautela Paixão Delicadeza Proteção Confusão Excesso Disposição Persistência

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Flores

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Há algum tempo tento encontrar explicações pra alguns fatos que ocorreram e ocorrem há dois anos, ou mais.

Voltamos de Londres e tudo está diferente, parece até que aterrissamos em uma Maringá diferente. Parece que eu aterissei em uma vida diferente da que eu tinha antes. Uma vida cheia de novas oportunidades, novas ideias, novos caminhos a serem seguidos, novos caminhos que foram, de fato, seguidos.

Nesses (quase) dois anos pós-Londres, algumas coisas me chatearam, como a incompreensão de um quadro que se fixou e nunca mais voltará a ser o mesmo. E, por mais que os motivos estejam óbvios e tão bem determinados, eu não compreendo. Não compreendo como amizades, amores, respeito e outras coisas podem se esfarelar tão facilmente e sem esforço algum...

No entanto, a cada dia que passa, eu me convenço mais de que era a gente que tava forçando a barra... tentando juntar pecinhas de um quebra-cabeças já totalmente desestruturado e sem possibilidade de conserto. Nesse esforço, pagamos o pato. Nos distanciamos de pessoas (que sempre foram) importantes e conflitos inúteis e desgastantes ocorreram.

Eu tenho dificuldades pra aceitar certas coisas... Ainda me dói no peito e meu ar falta por coisas que eu nem deveria me preocupar... eu sei que as pessoas por quem eu me importo estão bem e não ligam pra tudo isso (ou fingem que não ligam).

Enfim... eu estou escrevendo toda essa bad trip por um motivo muito específico. Eu não sei o que está acontecendo nas últimas semanas comigo, mas se eu acreditasse em aura ou qualquer coisa do tipo eu diria que a minha está péssima... e eu não vou deixar que isso me aborreça mais. Chega... o mês da aura pesada acaba aqui, neste ponto final.

Diante de tantas coisas confusas neste post (que uma dúzia de pessoas vão entender), há de se deixar claro que, apesar dos pesares, eu tive dois anos muito felizes e de muito sucesso profissional, amoroso e com amizades antigas.

Mas em especial, o que marcou muito esses dois anos foi a presença de duas pessoas na minha vida. Duas amigas maravilhosas que fiz e que valem mais do que qualquer conflito. Essas "flores" que brotaram do nada (eu ainda não sei como a gente nunca se topou) surgiram como um presente. Meninas que estiveram o tempo todo ao meu lado, me auxiliaram em importantes decisões na vida (sérião, como diz o Rafa) e que sempre dialogaram com uma franqueza que eu jamais vira antes.

Pra variar, eu to atrasada com uma porção de coisas e, neste momento to saindo voando pro colégio onde faço estágio e, por isso, vou deixar incompleto este post. O que é muito simbólico, diante do que está acontecendo e, que desta vez somente três pessoas irão me compreender...

O fato é... flores, vocês valem muito pra mim. Muito mais do que pensam. (ou do que eu demonstro)

;***






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A CORAGEM CONTRA A CENSURA

sexta-feira, 22 de outubro de 2010
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O que essa Globo tem?

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Deixa eu contar um segredinho pra vocês... Vocês não podem confiar nesses caras... ok? Mas fica aqui... entre nós!

:]


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Literatura em uma tarde alegre...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010
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Com a leitura gostosa e criativa da Márcia até o Cesão e a Belinha foram conferir as "Memórias de um burro brasileiro"
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Tarde decilinha ontem com minha amiga! ;*


Ah, se todas as tardes fossem agradáveis e tranquilas!


Ontem nos comportamos como ladies e lord... Como se não houvesse nada a ser feito.


Tudo bem! Papai do céu perdoa!



Agora, mãos à obra.

(É o terceiro post que eu tento focar. Hoje vai!)


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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
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sentindo a dispersão chegar, diversos atrativos e clamores, fechemo-nos a eles e voltemos ao que interessa.
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pilhas e pilhas de coisas pra fazer.

e fazendo nada.

ajuda.
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
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Olhos arregalados, fitados no escuro e profundo inconsciente. Para onde vamos quando sonhamos acordados? Como entender tamanha força que ensurdece ouvidos tão sadios? Que anestesia corpos tão sensíveis? Que paralisa a visão tão criativa?

Perturbam-me os motivos que me levam nessas viagens que me tiram tempo produtivo do dia.

Não me permito mais. Por dois minutos proíbo-me de desfocar meus olhos pra caprichos tão irrelevantes.

Falho.

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Precisa-se de filmes. o.O

quarta-feira, 25 de agosto de 2010
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Gente... Alguém aí tem qualquer um desses filmes?

1. Cortina de Ferro (The Iron Curtain – 1948)

2. Traidor (Conspirator – 1949)

3. Eu fui um comunista para o FBI (I was a communist for FBI – 1951)

4. Aventura Perigosa (Big Jim Mc Laim – 1952)

5. O planeta vermelho (Red Planet Mars – 1952).

6. O Anjo do Mal (Pick up on South Street – 1953).

7. A Guerra dos Mundos (The War of the Worlds – 1953)

8. Invasores de Marte (Invaders from Mars – 1953)

9. O mundo em perigo (Them! - 1954)

Difícil de achar na internet...

:(
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see me through

domingo, 15 de agosto de 2010
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É preciso olhar bem pra ver a atual beleza das rosas que ganhei há um mês.



No "13 de julho" elas eram simplesmente fantásticas. Ganhei as rosas da minha tia, lá em Balneário Camboriú, como presente de aniversário de 23 anos. Tão emocionante foi a entrega pelo meu querido avô Manoel, que já passa dos 80! Foi em uma festa surpresa super íntima com os ilustríssimos convidados: Avó Erondina, Avô Manoel, Mamãe Verônica, Rafa, Vini, Tia Vera, Michele e Neiva, (que conheci através da Tia Vera).

Como eu disse: há um mês eram simplesmente fantásticas.

Hoje, no entanto, elas estão dez mil vezes mais fantásticas.




Pois é, você tem que olhar bem.. :]

É a primeira vez que rosas dão brotinhos aqui em casa! Eu, bem alegre, vou olhar os brotinhos todos os dias, como fosse uma estudante do primário cuidando do feijão no algodãozinho...

Torçam por elas, amigos. Quero rosas no jardim!



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nostalgia, política, sociologia.

terça-feira, 10 de agosto de 2010
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Tomas Hardy, um romancista do século XIX, escreve sobre o tempo e modificações da Revolução Industrial.

Jude, seu personagem principal em Jude - The obscure - é um menino que mora no campo e sonha em ir para a cidade Christminster, pois sabe que lá encontrará a universidade e, consequentemente, um mundo de luz e conhecimento melhor que o mundo que vive. Não é o que acontece, porém. (Fica a sugestão do livro, ou do filme).

Raymond Williams em "O Campo e a Cidade - Na História e na Literatura" trabalha em sua obra essas ideias e ideais que a Literatura traz sobre o campo e da cidade com a chegada da industrialização na Inglaterra.

Ele trata do século XIX, no entanto, o sentimento de que Raymond Williams trata dos dias atuais é presente em vários momentos em seu texto.

As idéias, os valores, os métodos instruídos, naturalmente, podem ser adquiridos se conseguimos chegar a um lugar como Christminster - se, ao contrário do que aconteceu com Jude, somos admitidos ali. Mas, juntamente com a oferta, vez após vez surge uma outra idéia: a idéia de que o mundo do trabalho comum e das famílias comuns é inferior, distante; de que, agora que conhecemos esse mundo de saber, não podemos sentir respeito - nem, naturalmente afeto - por aquele outro mundo, que ainda nos é tão familiar. Se ainda conservamos por ele algum afeto, o mundo de Christminster tem um nome para designá-lo: nostalgia. Se conservamos algum respeito, Christminster também nos dá um nome: política, ou, pior ainda, "sociologia".

Raymond Williams, página 271

Pense.
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O sinaleiro

segunda-feira, 9 de agosto de 2010
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(...) Ele pegou um lenço e enxugou o suor da testa.
"Não tenho motivo para telegrafar 'Perigo' para algum dos lados, ou para os dois", ele continuou, secando a palma das mãos. "Seria péssimo se pensassem que sou louco. A mensagem ficaria assim: 'Perigo! Cuidado!' Resposta: 'Que perigo? Onde?'. Mensagem: 'Não sei, mas pelo amor de Deus, cuidado!'. Eu seria despedido. Que outra escolha teriam?"

Era triste ver a dor daquele espírito. A cabeça de um homem consciente estava sendo torturada e oprimida por uma responsabilidade incompreensível que envolvia vidas humanas. (...)

Charles Dickens - Contos Fantásticos do século XIX
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Les temps des cerises

terça-feira, 27 de julho de 2010
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Com forte participação nas lutas da Comuna de Paris, mulheres davam mais um longo passo à sua emancipação. Grandes nomes como Jeanne-Marie, Louise (a enfermeira e a quem a música abaixo foi dedicada e inspirada), Elizabeth Dimitrieff (diretora da União das mulheres, tinha contatos diretos com Marx), entre tantas outras.



Quand nous chanterons le temps des cerises,
Et gai rossignol, et merle moqueur
Seront tous en fête.
Les belles auront la folie en tête
Et les amoureux du soleil au coeur...
Quand nous chanterons le temps des cerises,
Sifflera bien mieux le merle moqueur

Mais il est bien court, le temps des cerises,
Où l'on s'en va deux cueillir en rêvant
Des pendants d'oreille !
Cerises d'amour aux robes pareilles,
Tombant sur la feuille en gouttes de sang.
Mais il est bien court le temps des cerises,
Pendants de corail qu'on cueille en rêvant!

Quand vous en serez au temps des cerises,
Si vous avez peur des chagrins d'amour,
Evitez les belles.
Moi qui ne crains pas les peines cruelles,
Je ne vivrai point sans souffrir un jour...
Quand vous en serez au temps des cerises,
Vous aurez aussi vos peines d'amour.

J'aimerai toujours le temps des cerises :
C'est de ce temps là que je garde au coeur
Une plaie ouverte.
Et dame Fortune, en m'étant offerte,
Ne pourra jamais fermer ma douleur...
J'aimerai toujours le temps des cerises
Et le souvenir que je garde au coeur.

JEAN-BAPTISTE CLÉMENT


O tempo das cerejas

Quando cantarmos no tempo das cerejas,
E o feliz rouxinol e o melro gozão
Andarem em festa.
As formosas terão tolice na testa
E os namorados sol no coração...
Quando cantarmos no tempo das cerejas,
Assobiará melhor o melro gozão

Mas passa depressa, o tempo das cerejas,
Quando os namorados colhem, a sonhar,
Brincos de princesa!
Cerejas de amor de igual beleza,
Caem sobre as folhas, qual sangue a pingar.
Mas passa depressa, o tempo das cerejas,
Brincos de coral colhidos a sonhar!

Quando vos chegar o tempo das cerejas,
Se tiverdes medo das coitas d'amor,
Evitai formosas.
Mas eu que não temo penas dolorosas,
Não hei de perder um só dia de dor...
Quando vos chegar o tempo das cerejas,
Haveis de ter também vossas coitas d'amor.

Sempre adorarei o tempo das cerejas:
Guardo desse tempo no meu coração
Uma chaga aberta.
E mesmo a Fortuna, dada de oferta,
Jamais poderá tirar-me esta aflição...
Sempre adorarei o tempo das cerejas
E esta memória no meu coração.


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Terapia caseira

domingo, 25 de julho de 2010
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Por hora é assim que estou encerrando meu domingo pré-volta às aulas:




Mel:
Purifica e amacia.
Cubra o rosto com uma camada fina de mel puro e faça uma leve massagem, em movimentos circulares, por cerca de 5 minutos. Para obter um efeito levemente esfoliante, basta adicionar aveia ao mel.








Pepino:
Combate olheiras.
Lave bem o pepino e corte em rodelas finas e coloque em um pratinho. Cubra as rodelas com uma colher de chá de açúcar. Deixe as rodelas sobre os olhos e descanse por 20 minutos.



It feels so good.
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Dia do amigo.

terça-feira, 20 de julho de 2010
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Hoje, 20 de julho, dia normal...

Talvez mais celebrado por alguns, poucos, por caracterizar um período de relaxamento, "férias", que separa em dois o árduo ano de trabalho (pra muitos), estudos, entre outras tarefas que não considero nem um, nem outro.
Mas claro que o nosso amigo capitalismo tratou de nomeá-lo, tratou de impor mais um significado, mais uma data comercial comemorativa: Dia do Amigo!

Não, eu não vou entrar nesse mérito, assunto chato. Não que eu ache o assunto capitalismo chato, na verdade eu compreendo-o muito escassamente e gostaria de compreendê-lo mais. O que eu acho chato é essa coisa de discutir o dia comemorativo como imposição de consumo. Embora eu concorde, e até acho que tem que ser discutido, só não será discutido por mim, não hoje.

Mas de uma forma bem sintética, sou otimista quanto ao assunto e acredito que há logo ali no fim do túnel uma luz que vá mostrar às pessoas que esse tipo de futilidade é uma futilidade.

O fato é que não vim pra falar disso, o consumo. Vim pra falar, no Dia do Amigo, dos meus sentimentos. Verdade que eu li em uma dessas frases rápidas do twitter uma passagem que gostei e, como há tempos não atualizava isto aqui, achei interessante escrever umas coisinhas.

Eu não gosto muito de falar de sentimentos no blog (sim, eu o faço mesmo assim, pois eu sou puro sentimento; nem sei onde eu guardo a minha razão, de vez em quando ela é que resolve aparecer), mas hoje eu estou com uma sensação tão gostosa, tão difícil de explicar, que eu resolvi tentar esboçar alguma coisa aqui, pra ver se eu chego a uma conclusão.





É muito provável que meu texto seja até confuso, porque, apesar de feliz (?), eu ando meio confusa. Aí é que está a grande mistura dos sentimentos que me fez colocar um ponto de interrogação logo acima.

Esse primeiro semestre de 2010 foi o primeiro semestre que eu realmente consegui aplicar um esforço merecido ao meu curso de História. (Não inteiramente satisfatório, mas merecido. Quanto mais se tem, mais se quer, não?) Ano passado até que eu tinha a disposição, mas trabalhava, o tempo que eu tinha não era o bastante. Nos dois primeiros anos era aquele esquema, estudava para a prova, não para a aula. Esse semestre consegui atingir um ponto do caminho interessante. Não estudei todos os textos com antecedência, mas consegui manter um nível de acompanhamento bem mais satisfatório. Um ponto que me fez encontrar um interesse quase que escondido pelo estudo da História, academicamente falando.

Então isso pode ter influenciado para o meu estado atual.

Outra coisa são as amizades que fiz e mantenho. Conheci pessoas maravilhosas ano passado, a Gi e a Dani, principalmente. Estas, que são minhas colegas de curso, me fizeram sentir algo que a muito tempo não sentia. Aquela amizade de colégio, sabe? Claro, com um nível diferente de maturidade. Eu tenho amigos muito bons dos dois primeiros anos de História (antes de trancar pra ir pra Londres), mas a Gi e a Dani recuperaram aquela intimidade de menina pra menina, agora mulher pra mulher, que há algum tempo não sentia. Elas estavam lá, ano passado e esse ano pra tudo. Chorar, rir, abraçar, desesperar-se, extasiar-se, e muitas coisas mais, não faltaram ao lado dessas meninas. Chegar ao fim do curso em seis meses com certeza vai doer, mas espero que seja uma dor que se prove desnecessária, pois não quero que sejam amigas do passado.

Outra coisa são as amizades que mantenho. De uma maneira diferente, porque a gente TEM MUITA COISA PRA FAZER. O grupo que chamamos de "xoxotas" (não, não fico vermelha de dizer, porque é um daqueles nomes que vc coloca num grupo e fala tanto que acaba não implicando significando impróprio). Babys, Larys, Vanes e Leli são pessoas que me ensinaram tanto, que me aguentaram tanto, que se divertiram comigo, que me divertiram e é tão bom tê-las, é tão precioso. Atulamente a gente parece aquelas amigas de chá, sabe? De vez em quando temos que inventar um café ou então ficamos anos sem nos ver. Hoje até andamos nas mesmas quadras, nos mesmos horários, mas não nos encontramos! Parece que o "Universo" não quer que aconteça (que Phoebe isso) - mas nós somos teimosas!!! Vamos marcar quantos cafés forem precisos.

Outra coisa foi o período de férias e família. Tomei a sábia decisão de ir viajar pra vê-los ao invés de estudar desesperadamente pro vestibular durante duas semanas. Foi tão bom! Primeiro fomos à Defesa de Doutorado da minha sogra, Márcia. Depois à festa de inauguração da casa do meu sogro, Odaça, em Umuarama. A seguir, visitar minha mãe em Balneário Camboriú, no meu aniversário. QUE FOI UMA DELÍCIA! Minha mãe, meus avós, minha tia Vera que me fez uma festa surpresa, meu irmão e o Rafa. Sexta-feira, voltei pra casa, sem pilha nenhuma pra fazer vestiba e foi legal, durante o fim de semana o Rafa estava fora e meu irmão e cunhadinha me fizeram companhia, muito lindo.

Agora estou aqui, comi um pastel na feira com meu pai e minha irmã, mais duas pessoas que têm um lugar absurdamente grande no meu coração.

E tem alguém aí no meio que é um dos grandes responsáveis pela minha alegria diária, de cada hora, minuto, segundo (...) do dia. Pô, se eu for escrever sobre o Rafa e o impacto que ele tem na minha vida eu fico aqui a noite inteira, o mês inteiro escrevendo(e eu vou parar no mês inteiro pra não ficar exagerada). Eu tenho liberdade pra escrever isso, porque eu sei que meus pais e amigos entendem que são sentimentos diferentes.



O Rafa é um desses caras que não se acha em qualquer canto, sabe? O Rafa é um desses caras raros no mundo que tem aquelas qualidades que duvida-se que um homem tem.

Esse vestibular que eu fiz, em Língua portuguesa, o tema era "O homem novo" - que caracterizava o homem que trabalha em casa, e fora, cuida dos filhos, preocupa-se com a aparência, ajuda a mulher em casa, etc. Isto significa, sim, que tem muito homem legal por aí. Mas é que eu vejo no Rafa qualidades diferentes, qualidades que me fazem sentir muito sortuda de ter um cara como ele.

Nem sei se ele vai gostar que eu to puxando tanto o saco dele assim, mas é necessário pra entender esse sentimento gostoso aqui dentro.

Ele é dono de uma paciência incrível, me ouve, ouve minhas neuras, conversa com sensibilidade, carinho, impõe-se com delicadeza, acata muitos desejos meus, dá o ombro pros meus choros, ri das minhas palhaçadas (muitas vezes toscas), entra no meu clima, dança comigo, ri comigo, inventa piadas e palavras pro nosso vocabulário particular de namorados, me faz comida, compra cervejas legais pensando em mim, me liga, me beija, me abraça, me busca aqui e ali, me corrige, me ajuda nas reflexões, divide suas reflexões comigo, me explica as coisas do mundo, me pergunta coisas do mundo, me acompanha. Enfim, já disse, se eu realmente quiser continuar com isso, as vírgulas vão longe!!!

Há dois dias atrás eu tive um desequilibriozinho, assim, pequeno, né? o.O
E acabamos discutindo por telefone.
Ele estava em SP até às 21:30, deste 20 de julho e, claro, já nos resolvemos. Os dois últimos dias pós-discussão foram de palavras gostosas e cuidado um com o outro.

Mas é assim que tem que ser. A cada dia eu me convenço de que não existe melhor pessoa pra estar ao meu lado e, modéstia a parte, me sinto uma companheira (perto do) ideal também. E é por isso que eu quero construir uma vida ao seu lado, Rafa.

Eu não sei... Não sei se é porque o Rafa tá voltando pra casa e amanha às 6h eu vou dar um super abraço de saudades nele. Não se é porque minha mãe tá super bem lá no litoral, ou porque o pessoal aqui em casa tá bem arranjado com a vida, ou porque eu to me descobrindo uma melhor estudante, ou porque o rafa foi super bem na prova dele, ou porque eu tenho ótimos amigos, ou porque eu tenho um namorado perfeito, ou porque tudo isso junto me faz perceber o quanto eu sou feliz. Ah, coloca isso tudo numa panela e mexe bem e serve pra o jantar em todas as noites da minha vida.

Enfim, muito interessante, você que leu até aqui. Obrigada! :)

Vou dormir faceira hoje, esperando a hora de acordar, ansiosa.




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Estética do belo

sábado, 15 de maio de 2010
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"Esses cânones consideram ao corpo de maneira completamente diferente, em outras etapas da sua vida, em relações totalmente distinta do mundo exterior (não-corporal). Para eles, o corpo é algo rigorosamente acabado e perfeito. Além disso, é isolado, solitário, separado dos demais corpos, fechado. Por isso, elimina-se tudo o que leve a pensar que ele não está acabado, tudo que se relaciona com seu crescimento e sua multiplicação: retiram-se as excrescências e brotaduras, apagam-se as protuberâncias (que têm a significação de novos brotos, rebentos), tapam-se os orifícios, faz-se abstração do estado perpetuante imperfeito do corpo e, em geral, passam despercebidos a concepção, a gravidez, o parto e a agonia. A idade perfeita é a que está o mais longe possível do seio materno e do sepulcro, isto é, afastada ao máximo dos "umbrais" da vida individual. Coloca-se ênfase sobre a individualidade acabada e autônoma do corpo em questão. Mostram-se apenas os atos efetuados pelo corpo num mundo exterior, nos quais há fronteiras nítidas e destacadas que separam o corpo do mundo; os atos e processos intra-corporais (absorção e necessidades naturais) não são mencionados. O corpo individual é apresentado sem nenhuma relação com o corpo popular que o produziu."

Mikhail Bakhtin

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sexta-feira, 23 de abril de 2010
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Hoje, 23 de abril, meu irmão, Vini faz 21 anos!

Não tem como explicar o amor que eu sinto por você, Vini. Não tem como explicar, porque eu sinto que o que a gente tem é mais ou menos como gêmeos muito ligados. A gente faz parte um do outro. A gente vai crescendo e essa coisa fica mais disfarçada, mas o sentimento tá ali.. pulsante. Sempre.

A gente nunca vai deixar de ser aqueles dois bestas que moram separados quando brigam: um na sala de estar e outro na sala de jantar, embaixo da mesa. A gente nunca vai deixar de ser aqueles que se olham e decidem fazer as pazes, porque a gente é tudo que a gente tem, pra sempre. A gente nunca vai deixar de ser aqueles pirralhos que falam coisas sem intenção de machucar, mas machucam, e ao perceber que a mãe tá triste a gente pega um na mão do outro, olha pra mãe, se abraça e diz: Ó MÃE, a gente fez as pazes, tá tudo bem!

Nós, unidos pelo sangue, pela história, pelo amor.

Você, eu conheço você! Todo adulto, responsável, durão. Quando se faz de bravo, sai de baixo! Ninguém te tira a razão. Mas eu conheço você! Torrão? Só se for de açúcar, na verdade, na verdade é todo sentimental e mole que nem eu. E é por isso que eu te amo tanto, porque a gente é tão igual.

Se dependesse de mim eu te carregava pra tudo quanto é lado, não deixava você sair de perto de mim... Mas como dizem os velhos: A gente cria filho pro mundo. IUHAUIHUIAHUIAHA. Já era aquele tempo que a gente não desgrudava, mas tem que ser assim. A gente tem que desgrudar. E eu fico muito feliz que você tenha achado alguém que te merece (e que te aguenta!).

Você é a pessoa com quem eu mais me preocupo nesse mundo. O top 1 da lista, e isso só vai mudar quando eu tiver um filho. Por mais que a gente tenha a Beatriz ( linda), você sempre vai ser o caçula. Arteiro e esquentadinho. Não adianta nem tentar, não vai crescer, não pra mim!

Então segura essa, brother! Eu vou ficar no teu pé. Pra sempre! hehehe

Te amo! Te amo! Te amo! E desejo TUDO DE MELHOR pra você, and I really mean it!

Você é a pessoa que eu sei que sempre vai tá lá por mim, e espero que saiba (tenha certeza) que eu sou quem sempre vai estar aqui por você!

Te amo (de novo) pra sempre.

Parabéns!!!!
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Arghhh seminários!

quinta-feira, 8 de abril de 2010
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Cara, como eu odeio apresentar seminários. Eu não consigo estudar pra eles. Cada frase que eu leio do conteúdo eu lembro de que em poucos dias ou horas eu vou estar em frente de uma monte de gente falando, falando...

Argh!
Meu estômago dói!

;*
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I want it back - kooks

terça-feira, 6 de abril de 2010
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How did you do it female?
It's always you do it angel
You always keep me on the run


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A vida é tão rara!

domingo, 4 de abril de 2010
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Fui à Curitiba prestigiar uma pessoa que amo demais esse fim de semana, minha mãe. Minha mãe sempre foi uma mulher amorosa, sensível, frágil, companheira, altruísta, e muitas outras coisas. Acima de tudo minha mãe foi guerreira. Desde muito cedo buscou ser feliz, tudo que ela sempre quis era fazer com que quem estivesse a sua volta se sentisse bem. E, com toda a certeza, ela conseguiu e consegue isso o tempo todo. Às vezes de maneira até exagerada, mas sempre com muito amor, faz questão de servir a todos e dar o seu melhor. Muitas vezes não é uma qualidade que a ela própria agrada, pois percebe que, fazendo assim, deixa muito da sua própria felicidade em segundo plano, e se penaliza por isso, tentando ser quem não é. Tentando enrijecer-se, tentando criar uma crosta de defesa que não é dela. Tentando proteger a si mesmo, acaba machucando-se, pois no fundo o que a Dona Veronica quer é amar. Mas tem vezes que é duro mesmo.. amar e não se sentir amado, dá vontade de desistir né mamys linda? Não desiste, não! Você é tudo que é, você vale o tanto que vale por quem é e sempre foi. Olhe pra dentro do seu coração e sinta quem você precisa ser, porque o resto não importa. Eu acredito que uma das coisas mais difíceis na vida é olhar pra quem te ofende e, ao perceber que ama essa pessoa, perdoar. É difícil, pois carregamos um orgulho do tamanho do mundo, um orgulho tão grande quanto o tamanho do nosso coração, só que tem um problema nisso tudo... a gente tem que escolher qual a gente vai carregar na nossa vida: se é o orgulho ou o amor, os dois não andam juntos, não se deixam carregar juntos. E, nesse fim de semana, você escolheu qual você quer carregar, e eu estou muito muito muito feliz por você! Pois você foi a mais forte! Você foi nobre! E minha admiração por ti só cresceu mais, se é que isso é possível!

Eu costumo encaixar essa letra em várias coisas na minha vida, em várias situações, e acredito que seja por isso que simpatizo tanto por ela...

Lenine - Paciência

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára...

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...

Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...

Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...

A vida não pára...





Feliz Aniversário Mãe! Parabéns pela sua nobreza, pela sua garra! O valor que há em você é raro!


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O professor e o PM

sexta-feira, 26 de março de 2010
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É o nome que o autor do blog deu à foto.


A foto é tirada de um confronto entre PM e professores grevistas de SP.

Vale a pena ler o comentário sobre a foto deste blogueiro:


À mim resta a pergunta: O que estamos fazendo? A que (quem) estamos sujeitos?

É preciso uma reflexão séria. 4.000 grevistas. E ainda: Há uma lei que proíbe manifestações em frente ao Palácio do Governo. O que está acontecendo? O que precisa ser feito?

É complicado, a partir de situações como essa, acreditar em pensamentos tão simplistas e concisos como uns que eu tenho ouvido por aí... que, por enquanto, não merecem (ou não me permitem) comentários.
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terça-feira, 23 de março de 2010
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O Barato que sai (muito) Caro

quinta-feira, 18 de março de 2010
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Rede Marisa é flagrada escravizando trabalhadores sul-americanos, a rede mantinha os trabalhadores em alojamentos em péssima condição, submetia-os a extensas carga-horárias e mais...

Veja a reportagem completa:

http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1714

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A essa noite que promete... (piada interna)

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estava tudo indo bem, tínhamos voltado da Confraria, passado no Posto Canadá, pego umas beers e um yakisoba

aí, como a Vanes não sabia jogar truco, jogamos 21...
Até aí, tuuudo bem...

Só que, CLARO, o Rafa tinha que ter uma ideia brilhante: Vamos jogar 21 explosivo (que, obviamente, envolve álcool)


Eu não sei quem se deu mais mal na história: eu ou o raoni, por ter bebido (perdido) demais
ou se foram vanes e vini que tinham que trabalhar no outro dia cedo...

Sei que é fato: Bebemos sim! Coitado do Dani, que não conseguiu dormir até a hora que terminamos (3h)
Mas a noite foi ótima, valeu vanes e raoni... A companhia de vocês é, sempre, memorável!
Essa sou eu, hoje, mas tudo bem, hoje não tenho aula, nem trabalho!
Vou me recuperando aos poucos e fazendo pensamento positivo pros que tão na labuta... E -He.
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16 de Março

terça-feira, 16 de março de 2010
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16 de março de 1935 - Hitler introduz o recrutamento militar obrigatório violando, assim, o Tratado de Versalhes.

16 de março de 1998 - O Papa João Paulo II pede desculpas pela omissão e silência de alguns católicos romanos durante o Holocausto.

16 de março de 2001 - O único dia entre 1993 e 2002 que ninguém se mata no Reino Unido, de acordo com dados estatísticos da saúde.


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aiii, tá chegando...

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segunda-feira, 15 de março de 2010
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Sorry Honey... We're gonna have to try harder... Now or later, it doesn't matter... But you can't deny us forever... I'll give you as much time as you need... And just to let you know... I DO care... I hope you have mispoken.

;*

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Sábado de Sol?

sábado, 13 de março de 2010
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Não sei... Eu dormi.

Pois é, com uma ressaca daquelas e com poucos goles de água no copo sobre o criado-mudo, acordei com a Marlene batendo na porta: "Rafa, telefone!" Olhei no relógio, 09:45. O Rafa tinha que estar no estúdio 8h30. "QUE BELEEEZA".

Bom, tudo começou assim: Era uma vez uma garrafa de tequila branca com uma mosca no fundo... Fim.

:D

Brincadeira, ontem a gente foi num show a-n-i-m-a-l do Nevilton na UEM. As quadras ao lado da academia estavam simplesmente lotadas, pois o Cachorro Grande tinha acabado de se apresentar, como a gente não chegou a tempo vimos o show do Nevilton "somente". Bom, pra mim foi ótimo, era o show que eu queria assistit mesmo, onde eles apresentaram suas músicas do Pressuposto - seu novo álbum. O fato é que terminamos a garrafa de Tequila-branca-com-mosca da Rannah, e a mosca não estava mais lá quando ela acabou.

o.O

Eu, pessoalmente não sei como eu aguentei, tomei uns 5, 6 golões da malvada e ainda fomos ao posto tomar cerveja cara (bêbado rico). E voltei dirigindo! Pq o Tonis estava eliminado.

Resumindo, acordamos quinze para as dez, o Tonis desesperado com o horário e eu meio que zumbi ajudando-o com uma xícara de café. Minha irmã estava em casa, assistindo Art Attack - um programa muito bom da Disney, e eu fiquei lá com ela, me aventurando nas artes de tempo de escola.

O Rafa chegou às 14h em casa e, na tentativa inútil de assistir um filme tipo sessão da tarde, decidimos dar uma "cochiladinha". Foi aí que eu perdi o Sol. Acordamos às 20h e agora estamos aqui...

Eu fico meio perdida quando perco o dia inteiro assim... Não sei muito bem o que fazer...

Bom, o plano inicial é atualizar meu atraso com Lost - última temporada, programa bem caseiro pra compensar a mosca de ontem.

Se algum de vocês, milhares de visitantes do meu blog, tiver outra sugestão, eu provavelmente não vou acatar, pq vai, provavelmente, envolver álcool e são 21h agora e eu estou tomando limonada e comendo cupcakes, maaaaas, fala aí... qq vai ser hoje?
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tá todo mundo aqui...

quinta-feira, 11 de março de 2010
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Tem uma hora na vida da gente que tudo dá certo, não é?

A gente chega a desconfiar, procurar defeito onde não tem, só pra não ser pego de sopetão, por uma notícia ruim ou um período de "vacas magras".

Eu to nessa fase, de "Tudo bem!"
A diferença é que não to fuçando nada de ruim, não. Eu ein, sai pra lá...


Passei por uma coisa chata esses dias atrás que, claro, não vale a pena comentar. Mas o interessante de tudo é o apoio incrível que eu tive de todo mundo. É bom ver que um montão de gente te ama.


Hoje vou pro show do Nevilton!
lá vai uma musiquinha pra vocês...

O Morno

Ele só queria ver o sol
Mas nunca saía do seu quarto
Culpava a incerteza e a distância
Só se for fácil e garantido, aí eu faço
Nunca joga nada e quer massagem (só massagem)
Não quer nem ver o jogo e só quer gol (só quer gol)
Não lê o livro, só quer a mensagem (nunca lê)
E só chupa a laranja que um outro descascou
Rezava, mas esquecia de crer
Queria o bem, mas só levava a mal
E quando, então, o papo era fazer
Preferia voltar só no final
Pois sempre foi mais fácil esperar (esperar)
E ver as flores no jardim dos outros (no jardim)
Esperar para ver no que vai dar (vai dar sim!)
E se for legal, por que não fazer igual?
Queria muito viver bem a vida
Mas esquecia apenas de viver
Passava o dia olhando pra parede
E nunca via nada acontecer
Queria saber como é viajar (viajar)
Mas tinha medo de algo dar errado (dar errado)
Então achava melhor nem tentar (nem tentar)
E esquecia que podia ter amigos ao seu lado
Enfim, um dia ele acordou pra vida
E experimentou o que é viver
E amou, errou, tentou, leu, descobriu
Que é natural nem tudo sair como se espera
Mas todo ano chega a primavera
E o calor do sol sempre ta aí pra te abraçar
Pode sorrir!




O importante, galera, é acordar pra vida e correr atrás da felicidade, pq a vida é curta e às vezes a gente nem vê ela passar!
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