quarta-feira, 20 de outubro de 2010
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sentindo a dispersão chegar, diversos atrativos e clamores, fechemo-nos a eles e voltemos ao que interessa.
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pilhas e pilhas de coisas pra fazer.

e fazendo nada.

ajuda.
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
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Olhos arregalados, fitados no escuro e profundo inconsciente. Para onde vamos quando sonhamos acordados? Como entender tamanha força que ensurdece ouvidos tão sadios? Que anestesia corpos tão sensíveis? Que paralisa a visão tão criativa?

Perturbam-me os motivos que me levam nessas viagens que me tiram tempo produtivo do dia.

Não me permito mais. Por dois minutos proíbo-me de desfocar meus olhos pra caprichos tão irrelevantes.

Falho.

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Precisa-se de filmes. o.O

quarta-feira, 25 de agosto de 2010
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Gente... Alguém aí tem qualquer um desses filmes?

1. Cortina de Ferro (The Iron Curtain – 1948)

2. Traidor (Conspirator – 1949)

3. Eu fui um comunista para o FBI (I was a communist for FBI – 1951)

4. Aventura Perigosa (Big Jim Mc Laim – 1952)

5. O planeta vermelho (Red Planet Mars – 1952).

6. O Anjo do Mal (Pick up on South Street – 1953).

7. A Guerra dos Mundos (The War of the Worlds – 1953)

8. Invasores de Marte (Invaders from Mars – 1953)

9. O mundo em perigo (Them! - 1954)

Difícil de achar na internet...

:(
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see me through

domingo, 15 de agosto de 2010
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É preciso olhar bem pra ver a atual beleza das rosas que ganhei há um mês.



No "13 de julho" elas eram simplesmente fantásticas. Ganhei as rosas da minha tia, lá em Balneário Camboriú, como presente de aniversário de 23 anos. Tão emocionante foi a entrega pelo meu querido avô Manoel, que já passa dos 80! Foi em uma festa surpresa super íntima com os ilustríssimos convidados: Avó Erondina, Avô Manoel, Mamãe Verônica, Rafa, Vini, Tia Vera, Michele e Neiva, (que conheci através da Tia Vera).

Como eu disse: há um mês eram simplesmente fantásticas.

Hoje, no entanto, elas estão dez mil vezes mais fantásticas.




Pois é, você tem que olhar bem.. :]

É a primeira vez que rosas dão brotinhos aqui em casa! Eu, bem alegre, vou olhar os brotinhos todos os dias, como fosse uma estudante do primário cuidando do feijão no algodãozinho...

Torçam por elas, amigos. Quero rosas no jardim!



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nostalgia, política, sociologia.

terça-feira, 10 de agosto de 2010
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Tomas Hardy, um romancista do século XIX, escreve sobre o tempo e modificações da Revolução Industrial.

Jude, seu personagem principal em Jude - The obscure - é um menino que mora no campo e sonha em ir para a cidade Christminster, pois sabe que lá encontrará a universidade e, consequentemente, um mundo de luz e conhecimento melhor que o mundo que vive. Não é o que acontece, porém. (Fica a sugestão do livro, ou do filme).

Raymond Williams em "O Campo e a Cidade - Na História e na Literatura" trabalha em sua obra essas ideias e ideais que a Literatura traz sobre o campo e da cidade com a chegada da industrialização na Inglaterra.

Ele trata do século XIX, no entanto, o sentimento de que Raymond Williams trata dos dias atuais é presente em vários momentos em seu texto.

As idéias, os valores, os métodos instruídos, naturalmente, podem ser adquiridos se conseguimos chegar a um lugar como Christminster - se, ao contrário do que aconteceu com Jude, somos admitidos ali. Mas, juntamente com a oferta, vez após vez surge uma outra idéia: a idéia de que o mundo do trabalho comum e das famílias comuns é inferior, distante; de que, agora que conhecemos esse mundo de saber, não podemos sentir respeito - nem, naturalmente afeto - por aquele outro mundo, que ainda nos é tão familiar. Se ainda conservamos por ele algum afeto, o mundo de Christminster tem um nome para designá-lo: nostalgia. Se conservamos algum respeito, Christminster também nos dá um nome: política, ou, pior ainda, "sociologia".

Raymond Williams, página 271

Pense.
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O sinaleiro

segunda-feira, 9 de agosto de 2010
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(...) Ele pegou um lenço e enxugou o suor da testa.
"Não tenho motivo para telegrafar 'Perigo' para algum dos lados, ou para os dois", ele continuou, secando a palma das mãos. "Seria péssimo se pensassem que sou louco. A mensagem ficaria assim: 'Perigo! Cuidado!' Resposta: 'Que perigo? Onde?'. Mensagem: 'Não sei, mas pelo amor de Deus, cuidado!'. Eu seria despedido. Que outra escolha teriam?"

Era triste ver a dor daquele espírito. A cabeça de um homem consciente estava sendo torturada e oprimida por uma responsabilidade incompreensível que envolvia vidas humanas. (...)

Charles Dickens - Contos Fantásticos do século XIX
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Les temps des cerises

terça-feira, 27 de julho de 2010
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Com forte participação nas lutas da Comuna de Paris, mulheres davam mais um longo passo à sua emancipação. Grandes nomes como Jeanne-Marie, Louise (a enfermeira e a quem a música abaixo foi dedicada e inspirada), Elizabeth Dimitrieff (diretora da União das mulheres, tinha contatos diretos com Marx), entre tantas outras.



Quand nous chanterons le temps des cerises,
Et gai rossignol, et merle moqueur
Seront tous en fête.
Les belles auront la folie en tête
Et les amoureux du soleil au coeur...
Quand nous chanterons le temps des cerises,
Sifflera bien mieux le merle moqueur

Mais il est bien court, le temps des cerises,
Où l'on s'en va deux cueillir en rêvant
Des pendants d'oreille !
Cerises d'amour aux robes pareilles,
Tombant sur la feuille en gouttes de sang.
Mais il est bien court le temps des cerises,
Pendants de corail qu'on cueille en rêvant!

Quand vous en serez au temps des cerises,
Si vous avez peur des chagrins d'amour,
Evitez les belles.
Moi qui ne crains pas les peines cruelles,
Je ne vivrai point sans souffrir un jour...
Quand vous en serez au temps des cerises,
Vous aurez aussi vos peines d'amour.

J'aimerai toujours le temps des cerises :
C'est de ce temps là que je garde au coeur
Une plaie ouverte.
Et dame Fortune, en m'étant offerte,
Ne pourra jamais fermer ma douleur...
J'aimerai toujours le temps des cerises
Et le souvenir que je garde au coeur.

JEAN-BAPTISTE CLÉMENT


O tempo das cerejas

Quando cantarmos no tempo das cerejas,
E o feliz rouxinol e o melro gozão
Andarem em festa.
As formosas terão tolice na testa
E os namorados sol no coração...
Quando cantarmos no tempo das cerejas,
Assobiará melhor o melro gozão

Mas passa depressa, o tempo das cerejas,
Quando os namorados colhem, a sonhar,
Brincos de princesa!
Cerejas de amor de igual beleza,
Caem sobre as folhas, qual sangue a pingar.
Mas passa depressa, o tempo das cerejas,
Brincos de coral colhidos a sonhar!

Quando vos chegar o tempo das cerejas,
Se tiverdes medo das coitas d'amor,
Evitai formosas.
Mas eu que não temo penas dolorosas,
Não hei de perder um só dia de dor...
Quando vos chegar o tempo das cerejas,
Haveis de ter também vossas coitas d'amor.

Sempre adorarei o tempo das cerejas:
Guardo desse tempo no meu coração
Uma chaga aberta.
E mesmo a Fortuna, dada de oferta,
Jamais poderá tirar-me esta aflição...
Sempre adorarei o tempo das cerejas
E esta memória no meu coração.


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Terapia caseira

domingo, 25 de julho de 2010
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Por hora é assim que estou encerrando meu domingo pré-volta às aulas:




Mel:
Purifica e amacia.
Cubra o rosto com uma camada fina de mel puro e faça uma leve massagem, em movimentos circulares, por cerca de 5 minutos. Para obter um efeito levemente esfoliante, basta adicionar aveia ao mel.








Pepino:
Combate olheiras.
Lave bem o pepino e corte em rodelas finas e coloque em um pratinho. Cubra as rodelas com uma colher de chá de açúcar. Deixe as rodelas sobre os olhos e descanse por 20 minutos.



It feels so good.
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Dia do amigo.

terça-feira, 20 de julho de 2010
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Hoje, 20 de julho, dia normal...

Talvez mais celebrado por alguns, poucos, por caracterizar um período de relaxamento, "férias", que separa em dois o árduo ano de trabalho (pra muitos), estudos, entre outras tarefas que não considero nem um, nem outro.
Mas claro que o nosso amigo capitalismo tratou de nomeá-lo, tratou de impor mais um significado, mais uma data comercial comemorativa: Dia do Amigo!

Não, eu não vou entrar nesse mérito, assunto chato. Não que eu ache o assunto capitalismo chato, na verdade eu compreendo-o muito escassamente e gostaria de compreendê-lo mais. O que eu acho chato é essa coisa de discutir o dia comemorativo como imposição de consumo. Embora eu concorde, e até acho que tem que ser discutido, só não será discutido por mim, não hoje.

Mas de uma forma bem sintética, sou otimista quanto ao assunto e acredito que há logo ali no fim do túnel uma luz que vá mostrar às pessoas que esse tipo de futilidade é uma futilidade.

O fato é que não vim pra falar disso, o consumo. Vim pra falar, no Dia do Amigo, dos meus sentimentos. Verdade que eu li em uma dessas frases rápidas do twitter uma passagem que gostei e, como há tempos não atualizava isto aqui, achei interessante escrever umas coisinhas.

Eu não gosto muito de falar de sentimentos no blog (sim, eu o faço mesmo assim, pois eu sou puro sentimento; nem sei onde eu guardo a minha razão, de vez em quando ela é que resolve aparecer), mas hoje eu estou com uma sensação tão gostosa, tão difícil de explicar, que eu resolvi tentar esboçar alguma coisa aqui, pra ver se eu chego a uma conclusão.





É muito provável que meu texto seja até confuso, porque, apesar de feliz (?), eu ando meio confusa. Aí é que está a grande mistura dos sentimentos que me fez colocar um ponto de interrogação logo acima.

Esse primeiro semestre de 2010 foi o primeiro semestre que eu realmente consegui aplicar um esforço merecido ao meu curso de História. (Não inteiramente satisfatório, mas merecido. Quanto mais se tem, mais se quer, não?) Ano passado até que eu tinha a disposição, mas trabalhava, o tempo que eu tinha não era o bastante. Nos dois primeiros anos era aquele esquema, estudava para a prova, não para a aula. Esse semestre consegui atingir um ponto do caminho interessante. Não estudei todos os textos com antecedência, mas consegui manter um nível de acompanhamento bem mais satisfatório. Um ponto que me fez encontrar um interesse quase que escondido pelo estudo da História, academicamente falando.

Então isso pode ter influenciado para o meu estado atual.

Outra coisa são as amizades que fiz e mantenho. Conheci pessoas maravilhosas ano passado, a Gi e a Dani, principalmente. Estas, que são minhas colegas de curso, me fizeram sentir algo que a muito tempo não sentia. Aquela amizade de colégio, sabe? Claro, com um nível diferente de maturidade. Eu tenho amigos muito bons dos dois primeiros anos de História (antes de trancar pra ir pra Londres), mas a Gi e a Dani recuperaram aquela intimidade de menina pra menina, agora mulher pra mulher, que há algum tempo não sentia. Elas estavam lá, ano passado e esse ano pra tudo. Chorar, rir, abraçar, desesperar-se, extasiar-se, e muitas coisas mais, não faltaram ao lado dessas meninas. Chegar ao fim do curso em seis meses com certeza vai doer, mas espero que seja uma dor que se prove desnecessária, pois não quero que sejam amigas do passado.

Outra coisa são as amizades que mantenho. De uma maneira diferente, porque a gente TEM MUITA COISA PRA FAZER. O grupo que chamamos de "xoxotas" (não, não fico vermelha de dizer, porque é um daqueles nomes que vc coloca num grupo e fala tanto que acaba não implicando significando impróprio). Babys, Larys, Vanes e Leli são pessoas que me ensinaram tanto, que me aguentaram tanto, que se divertiram comigo, que me divertiram e é tão bom tê-las, é tão precioso. Atulamente a gente parece aquelas amigas de chá, sabe? De vez em quando temos que inventar um café ou então ficamos anos sem nos ver. Hoje até andamos nas mesmas quadras, nos mesmos horários, mas não nos encontramos! Parece que o "Universo" não quer que aconteça (que Phoebe isso) - mas nós somos teimosas!!! Vamos marcar quantos cafés forem precisos.

Outra coisa foi o período de férias e família. Tomei a sábia decisão de ir viajar pra vê-los ao invés de estudar desesperadamente pro vestibular durante duas semanas. Foi tão bom! Primeiro fomos à Defesa de Doutorado da minha sogra, Márcia. Depois à festa de inauguração da casa do meu sogro, Odaça, em Umuarama. A seguir, visitar minha mãe em Balneário Camboriú, no meu aniversário. QUE FOI UMA DELÍCIA! Minha mãe, meus avós, minha tia Vera que me fez uma festa surpresa, meu irmão e o Rafa. Sexta-feira, voltei pra casa, sem pilha nenhuma pra fazer vestiba e foi legal, durante o fim de semana o Rafa estava fora e meu irmão e cunhadinha me fizeram companhia, muito lindo.

Agora estou aqui, comi um pastel na feira com meu pai e minha irmã, mais duas pessoas que têm um lugar absurdamente grande no meu coração.

E tem alguém aí no meio que é um dos grandes responsáveis pela minha alegria diária, de cada hora, minuto, segundo (...) do dia. Pô, se eu for escrever sobre o Rafa e o impacto que ele tem na minha vida eu fico aqui a noite inteira, o mês inteiro escrevendo(e eu vou parar no mês inteiro pra não ficar exagerada). Eu tenho liberdade pra escrever isso, porque eu sei que meus pais e amigos entendem que são sentimentos diferentes.



O Rafa é um desses caras que não se acha em qualquer canto, sabe? O Rafa é um desses caras raros no mundo que tem aquelas qualidades que duvida-se que um homem tem.

Esse vestibular que eu fiz, em Língua portuguesa, o tema era "O homem novo" - que caracterizava o homem que trabalha em casa, e fora, cuida dos filhos, preocupa-se com a aparência, ajuda a mulher em casa, etc. Isto significa, sim, que tem muito homem legal por aí. Mas é que eu vejo no Rafa qualidades diferentes, qualidades que me fazem sentir muito sortuda de ter um cara como ele.

Nem sei se ele vai gostar que eu to puxando tanto o saco dele assim, mas é necessário pra entender esse sentimento gostoso aqui dentro.

Ele é dono de uma paciência incrível, me ouve, ouve minhas neuras, conversa com sensibilidade, carinho, impõe-se com delicadeza, acata muitos desejos meus, dá o ombro pros meus choros, ri das minhas palhaçadas (muitas vezes toscas), entra no meu clima, dança comigo, ri comigo, inventa piadas e palavras pro nosso vocabulário particular de namorados, me faz comida, compra cervejas legais pensando em mim, me liga, me beija, me abraça, me busca aqui e ali, me corrige, me ajuda nas reflexões, divide suas reflexões comigo, me explica as coisas do mundo, me pergunta coisas do mundo, me acompanha. Enfim, já disse, se eu realmente quiser continuar com isso, as vírgulas vão longe!!!

Há dois dias atrás eu tive um desequilibriozinho, assim, pequeno, né? o.O
E acabamos discutindo por telefone.
Ele estava em SP até às 21:30, deste 20 de julho e, claro, já nos resolvemos. Os dois últimos dias pós-discussão foram de palavras gostosas e cuidado um com o outro.

Mas é assim que tem que ser. A cada dia eu me convenço de que não existe melhor pessoa pra estar ao meu lado e, modéstia a parte, me sinto uma companheira (perto do) ideal também. E é por isso que eu quero construir uma vida ao seu lado, Rafa.

Eu não sei... Não sei se é porque o Rafa tá voltando pra casa e amanha às 6h eu vou dar um super abraço de saudades nele. Não se é porque minha mãe tá super bem lá no litoral, ou porque o pessoal aqui em casa tá bem arranjado com a vida, ou porque eu to me descobrindo uma melhor estudante, ou porque o rafa foi super bem na prova dele, ou porque eu tenho ótimos amigos, ou porque eu tenho um namorado perfeito, ou porque tudo isso junto me faz perceber o quanto eu sou feliz. Ah, coloca isso tudo numa panela e mexe bem e serve pra o jantar em todas as noites da minha vida.

Enfim, muito interessante, você que leu até aqui. Obrigada! :)

Vou dormir faceira hoje, esperando a hora de acordar, ansiosa.




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